Terça-feira, 31 de Janeiro de 2006
Terça-feira, 31.01.2006
E àquele teu espacinho, na parte de trás da perna onde à frente está o joelho, vamos chamar-lhe meu, está bem?


Terça-feira, 31.01.2006
O único momento em que as coxas dele não eram extremamente repugnates era o exacto momento antes, em que eram extremamente sensuais.


Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2006
Segunda-feira, 30.01.2006

Ao que parece, um dos últimos paraísos na terra tem os dias contados. Será o início do fim do que ainda restava da cultura hippie europeia. O amor livre, a paz e a liberdade darão lugar a condomínios de luxo. A minha motivação para voltar à Dinamarca proximamente sofreu um grave abalo.


Segunda-feira, 30.01.2006
A banda cujo nome não me atrevo a pronunciar (até porque não saberia como)deixa espalhar no Pitau a sua história. Já foi desvendada a introdução e os três primeiros capítulos. Se não leu as memórias da 'Menamónica deixe isso para depois, os DRR conheceram mais pessoas, estiveram em mais sítios e com umas imperais, por exemplo, podem salvar o mundo se quiserem.


Segunda-feira, 30.01.2006
Canta o Dino...
...I simply must go - Baby, it's cold outside
The answer is no - Ooh baby, it's cold outside
This welcome has been - I'm lucky that you dropped in
So nice and warm -- Look out the window at that storm
My sister will be suspicious - Man, your lips look so delicious
My brother will be there at the door - Waves upon a tropical shore
My maiden aunt's mind is vicious - Gosh your lips look delicious
Well maybe just a half a drink more - Never such a blizzard before



Segunda-feira, 30.01.2006
Fui Ver, era o ovário.


Domingo, 29 de Janeiro de 2006
Domingo, 29.01.2006
Vinha para casa sexta feira. Exausta, mal disposta, farta do trânsito, dos tranportes públicos e do peso que a semana traz aos ultimos minutos de trabalho do dia. Resolvi meter-me num taxi. Comentei que estava frio, como quem indica ao condutor que sou um passageiro à procura de uns minutos de conversa trivial. Esperei para ver onde a resposta dele nos levaria. Disse que isto não era nada, que na terra dele é que fazia frio a sério, lá para os lados da serra da estrela, terra curiosamente da minha avó também. Começava assim a conversa com este senhor pequenino que, achando que não lhe olhava directamente tentava falar comigo pelo retrovisor tendo para isso de se esticar todo a ver se me apanhava os olhos. Falámos sobre a neve. Ah, a neve. sabe, menina, quando nevava lá e eu era miúdo era dos únicos dias em que éramos felizes. Costumava brincar com uns amigos meus muito malandros e metiamo-nos com o padre. Pegávamos numa tábua de madeira e faziamos figuras em neve para lhes pôr em cima... uma nossa senhora, uns pastorzinhos. Depois punhamos a tábua aos ombros e faziamos a procissão pela igreja a zombar do padre. Começava a empolgar-se, de certeza que há muitos anos não se lembrava das traquinices que fazia em criança. Uma vez, menina veja lá isto, uma vez fomos ao cimo do monte onde havia a neve mais espessa e fizémos uma bola. Fomos rolando, rolando até que cá em baixo já estava uma bola gigante, do tamanho dum carro. Rolámos a bola até à porta da igreja e foi lá que ficou. Dias depois de ter acabado de nevar ainda a bola lá estava, à porta da igreja, cada vez mais pequena, mas ainda lá estava. E nós os malandros, que nos ríamos como uns loucos todos os dias que lá passávamos, nunca ninguém chegou a saber quem tinha levado a bola até lá. Já pensou o que era, perguntei eu, se nevasse agora em Lisboa? Oh, menina, que feliz que eu era, ia logo brincar com os meus netos. Aos anos que não vejo nevar. Mas aqui não cai, aqui em baixo não cai. Era lindo menina, mas já vão para lá uns cinquenta anos que não acontece. Era feliz se visse as "pastinhas" de neve a cair aqui, era feliz sim senhor
Hoje, mais que histérica e infantil perante os floquinhos de neve a cair à frente do meu nariz, lembrei-me do meu taxista de sexta feira. E fiquei feliz por imaginar o que foi a felicidade naquela casa, com o avô a contar aos netos as asneiras que fazia e a ser feliz mais uma vez a ver as "pastinhas" a cair


Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2006
Sexta-feira, 27.01.2006

A São José Correia é uma senhora que me dá calores. E frios. E mornos. É uma daquelas (mal acomparadas) monicasbellucis que, de repente, aparecem num ecrã e na vida de uma menina de educação católica embora que renegada e deixam a sua marca. Marca essa que depois eventualmente vai aparecer em momentos de plena intimidade heterosexual entre a menina que andou na catequese e que chegou a achar que fumar era pecado porque se mexia muito na boca, e um menino qualquer de preferência de educação pouco católica ainda menos apostólica e com cara de Johnathan Rhys Meyers a quem o assassinato correu mal. Como momentos desses não têm aparecido muitas vezes à menina que por acaso até chegou a achar por uns meses que seria hindu porque assim pouca coisa seria pecado, a São José Correia não lhe tem aparecido tanto na memória. Até porque não havendo o tal Ewan Macgreggor com cara de gostar de homens e rímel nos olhos mas que ainda assim dá umas voltinhas com o sexo oposto just for kicks num horizonte próximo, a menina que um dia teve internet e brincou aos downloads e até descobriu umas coisas porno engraçadas com senhoras bem parecidas, quando se vê sozinha não lhe ocorre assim ninguém em especial.
Mas vai daí e um querido amigo falou-lhe nesse nome e a menina que já tinha inclusivamente posto de parte as ideias de ser uma potencial biscoita porque nunca renunciaria pelo menos ao lindo sexo masculino, retomou o medo, pânico, temor e... A São José Correia


Sexta-feira, 27.01.2006
Não ver o meu blog durante uma semana é como deixar de me ver ao espelho. Hoje chego aqui e reparo que tenho o cabelo todo desalinhado. Vamos lá por ordem nisto. Até já.


Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2006
Segunda-feira, 23.01.2006
A quem ainda cá aparece, pode ser que eu volte a ter net um dia destes.


Segunda-feira, 23.01.2006
E um partido novo? Dava jeito.


Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2006
Sexta-feira, 20.01.2006
E a minha vida ganha todo um novo sentido.


Sábado, 14 de Janeiro de 2006
Sábado, 14.01.2006
Haja respeito pelo falo.
E não plantar a semente
do terror visual,
que mesmo por escrito
e por via virtual,
retira a beleza que é olhá-lo
e o deixa feio na mente.


Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2006
Quarta-feira, 11.01.2006
Começam-se posts por aí com expressões iguais ou parecidas a "na primária tinha uma amiga que..." Dá jeito para contar uma história. Eu na primária tinha por exemplo uma amiga que me chamava Maria. Eu odiava. Principalmente porque vinha sempre precedido de Ó (Ó maria!) e seguido de Tu não jogas porque qualquer coisa. Desde então que não suporto que me chamem Maria. Sou Maria joão, ou a João, ou a John ou querida, amor, xuxu, bêleza, gorda, parva, amiga, gaja, palerma... whatever. Maria é que não.
O engraçado é que ao longo dos anos as pessoas que efectivamente me chamavam Maria comprovaram ser umas bestas quadradas. E geralmente eram aquelas que não gostavam nem nunca gostariam especialmente da minha pessoa. Eu passáva-lhes pela vida com a imagem que me queriam dar e nunca mereceria mais que o primeiro nome como forma de tratamento. Talvez por reflexo da tal amiga da primária eu nunca tenha dado a essas pessoas uma hipótese à partida, mas a verdade é que a teoria se confirmava.
Por azar da vida (ou sorte, muita sorte) uma das pessoas que mais gosto no mundo, um amigão do peito, chama-me Maria. Com Ó antes do nome e tudo. E cada vez que o diz apetece fingir que o estrangulo mas o que quero é dar-lhe um abraço.
Chamam a isto crescer, mas eu continuo a achar que a Ana Rita da minha turma era uma idiota.


Quarta-feira, 11.01.2006
Queria antes demais desejar-te também um bom Natal, um excelente ano de 2006 e beijinhos lá para casa! Pronto, estão respondidos os sms!

Queria saber se tu, por exemplo, já encontraste a tua Kelly Reilly e a convenceste a ir morar lá para o teu bairro, já que nem posts sobre a dita têm havido ultimamente.

Queria saber também destes senhores, se o Lívio não volta mais e quem fará companhia ao Gambelas neste inverno frio lisboeta, sabendo ainda por cima que não há lareira na Leitaria.

No fundo o que queria era fazer muitos links.


Domingo, 8 de Janeiro de 2006
Domingo, 08.01.2006

aqui


Sábado, 7 de Janeiro de 2006
Sábado, 07.01.2006
Atenção, muita atenção.


Sexta-feira, 6 de Janeiro de 2006
Sexta-feira, 06.01.2006
Retomaremos a emissão pseudo-séria em voltando do fim-de-semana.


Sexta-feira, 06.01.2006
-Estou?
-Gaja!
-Olá meninas.
-Olha lá, o gajo já desenvolveu ou não? está aí ao teu lado?
-Não, sim.
-Diz ao gajo, risosdiz-lhe que em casa da ***** ou se fode ou se dorme, pá. temos mais que fazer.
-hmmm.
-Anda lá, vamos sair! Despacha isso.


Sexta-feira, 06.01.2006

Pensar, mais que uma vez ao dia, que isto dava um post.


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Sexta-feira, 06.01.2006
Tinha para mim que a história de D. Quixote não foi feita para ser um bailado. Tinha para mim que a Companhia Nacional de Bailado dificilmente conseguiria "pull this of". Tinha para mim uma dor de cabeça,eça,eça,eça...


Sexta-feira, 06.01.2006
-...os Reis Magros.
-MaGos.
-Comiam bolo rei?
-Não. quer dizer, não sei.
-Para não serem magrinhos
-Magos.
-Pois.


-E eram reis "daonde"?
-Lá das terras deles, querida.
-Onde havia bolo rei?
-... (ai)


Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2006
Quinta-feira, 05.01.2006
Sendo eu uma oliveira também em busca da verdade sobre se me deverei podar este ano ou não (a poda do ano é coisa de demais importância) procurei no almanaque uma explicação para a minha passagem do ano e para a forma como aconteceu.
Estou doente, muito mal. Além de me pesarem os anos, enquanto que noutras eras apenas me passavam, pesa-me a cabeça. Explicaria a quem cá viesse o decorrer da minha doença, mas implica muita situação nojenta e repugnante além de se passar numa zona que não é bom caminho a viajante. O ouvido.
O pior, o pior não é ser no ouvido, o pior é ser na cabeça. A minha cabeça não aguenta mais. O Natal, a passagem de ano, a volta ao trabalho, os blogs. Tanto pus, tanta coisa. A coisa não passa. O Hospital de almada já nem me pode ver ao feriado (Almada, sim, não sem porquê, achei perto e limpinho)e o raciocínio não sai direito, nada de jeito.
O almanaque não me responde, pede-me para usar a providência e respeitar os anjos. Sei lá o que são ambos!
Peço que me podem, ou que me podam... não conheço o verbo.


Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2006
Segunda-feira, 02.01.2006

Hoje, dia de S. Basílio e S. Gregório de Nazianzo, pude finalmente pegar no meu almanaque comprado em Agosto. Diz-me ele deste mês de Janeiro: Crie um diário para o seu novo ano, num caderno belo ou no computador, e nele escreva os principais objectivos que pretende realizar em 2006, as pessoas que mais quer apoiar, os defeitos que pretende minimizar, as virtudes a desenvolver. Ora bem, assim de repente: um blog já tenho, perder peso, Manuel Alegre, a teimosia, a música.


Nunca é demais salientar que a poda na Lua Minguante é recomendável, mas nas figueiras, laranjeiras e macieiras os grandes cortes são prejudiciais. E que no jardim se semeiam begónias, ervilha de cheiro, gipsófila e paciência.

Este é o verdadeiro almanaque, não comparem merda com ervilha de cheiro semeada em janeiro.


Domingo, 1 de Janeiro de 2006
Domingo, 01.01.2006
OK, pessoal, faltam dez minutos para a meia-noite, somos supostos estar muito felizes! - anfitriã da festa mais cool do meu bairro, lembrando os convidados do que estavam todos lá a fazer.


"Personally I'm always ready to learn, although I do not always like being taught." Winston Churchill

mariajoaoso (arroba) gmail.com
 
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