Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2006
Segunda-feira, 27.02.2006
What's a girl to do,
If I still lick my upper lip
thinking of you?



Sábado, 25 de Fevereiro de 2006
Sábado, 25.02.2006
Porque raio não guardo posts em draft para estes dias em que não me sai nada?


Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2006
Quinta-feira, 23.02.2006



Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2006
Quarta-feira, 22.02.2006
Chegou talvez a altura de tratar do assunto das células estaminais verdadeiras e deixar de desapontar os visitantes googlianos. Apresento a exposição com a sentida humildade de não ser cientista, bióloga, bioquimica, engenheira, de não gostar de matemática nem saber fazer contas sem máquina de calcular e de ter tido uns vergonhosos 9,5 valores finais na ridícula disciplina de secundário que são o "métodos quantitativos".

Uma célula estaminal é um tipo de célula primitiva que pode ser alterada para se transformar num dos 220 tipos de células existentes no corpo humano. Por terem esta capacidade de se tornarem em todo o tipo de células os seus investigadores afirmam terem a possibilidade de serem utilizadas para tratar e até mesmo curar determinados tipos de doneças até hoje impossíveis de tratar. Fala-se de alguns tipos de cancro, a diabetes, o alzeimer e algumas doenças do coração.

O corpo humano adulto possui células deste tipo mas são consideradas praticamente inúteis por terem uma aplicação muito reduzida, uma "esperança de vida" curta e débil, além de serem extremamente difíceis de colher e de estarem, neste momento, poucas disponíveis para investigação. Tem-se vindo a provar, no entanto, que existe a possibilidade de criar em laboratório células estaminais adultas sem ser preciso recorrer à extração de um ser humano, embora as recentes notícias sobre a farsa do DR. Hwang ponham em causa esta possibilidade, pelo menos no campo prático.
A melhor forma de extrair células estaminais é de um embrião humano em fase muito inicial. O processo de colheita num embrião resulta na destruição deste, aproveitando-se somente a célula que foi retirada.A questão torna-se controversa neste último ponto.

A investigação foi já permitida no Reino Unido e nos Estados Unidos, sob grande controlo governamental e restrições quanto à quantidade de embriões utilizados. Os embriões utilizados têm sido aproveitados de bancos nacionais de dadores - casais que fazem fecundação in-vitro para depois utilizar os próprios embriões para gestação na mulher, numa tentativa de engravidar. Só dois ou quatro embriões são efectivamente usados no processo e os dadores têm depois a hipótese de ordenar a destruição dos restantes, doar a outros casais ou doar para investigação. A primeira hipótese é estatisticamente a mais utilizada, e as clínicas congelam geralmente cerca de 20 embriões para futuras tentativas em nitrogénio liquido.

A morte do embrião apresenta questões éticas já conhecidas entre nós na guerra pró-vida e pró-aborto. Um embrião é considerado por muitos uma forma de vida humana e , como tal, inviolável. Por outro lado, o facto da destruição de embriões já ocorrer de qualquer maneira e de ser possível com este tipo de investigação, curar e tratar mais seres humanos e devolver a vida a muitas pessoas faz com que o desenvolvimento das células estaminais em laboratório tenha já muitos seguidores.
A definição de embrião como é usado para recolher células foi já explicada pela Embryonic Stem Cell Research (ESCR) americana: não se trata de um embrião mas de um zigoto. Uma massa de células indiferênciadas onde a individualização das células ainda não ocorreu, caso contrário a recolha de células estaminais seria impossível.

A questão para mim é algo pessoal. Faria o que fosse preciso para não ver mais pessoas e as suas famílias a sofrer com o Alzeimer, por exemplo. E vejo uma beleza infinta numa destas células estaminais. Não estamos a falar de clonagem, de laboratórios futuristas, de criação humana pela mão do homem, nem, a meu ver, de fazer o papel de deus. Estamos a falar da infinita capacidade inteligente do ser humano, e de como conseguiu descobrir no seu próprio corpo a cura para as doenças que gera. Não se trata de uma declaração filosófica mas é tão simples como isto: É dentro de nós que está a resposta.


Quarta-feira, 22.02.2006
Podem dizer que não gostam porque sobre isso não vou fazer absolutamente nada. Deu-me muito trabalhinho, horas de sono, sangue suor e lágrimas e muita paciência do meu amigo geek para os xiliques que eu ia tendo ao longo do processo.

Por isso convosco o novo template do Célula Estaminal, pelo menos até me fartar.


Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2006
Terça-feira, 21.02.2006



Terça-feira, 21.02.2006
Que Tom Criuse pareça cada vez mais uma actriz velha em decadência já todos sabemos. Que tenha aparições estranhas em programas televisivos também sabemos. Que namora com alguém cujo sonho de adolescente (há un 2 anos atrás) era ser namorada dele e que este namoro é tão estranho que ninguém acredita ainda ser verdadeiro... também. Sabemos que o seu feitio se tem revelado ultimamente através ameaças de processos por difamação e afins... Agora dar em crente? Ciênciologia? What the fuck is Scientology and why should we care?

Divirtam-se com os Links!


Terça-feira, 21.02.2006
Quem imaginaria que o mal com que tanto sofria era o mal de que sofria.


Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2006
Segunda-feira, 20.02.2006
Eles aparecem, nós papamos. O nosso único poder está na ponta do dedo, mas seremos corajosos o suficiente para nos abstrair? O desfio foi proposto pelo Manandre, eu pedinchei e ele passou-me a batata.

1º lugar- Anjo Selvagem (TVI): maratona interminável de ficção portuguesa adptada da mexicana. Need I say more?

2º lugar- Acorrentados (SIC): o pior dos piores reality shows alguma vez imaginado, criado e efectivamente transmitido no mundo inteiro. O que se aprende com um programa destes? A desligar a televisão.

3º lugar- Dança Comigo (RTP1): Uma Catarina Furtado prenha e insuportável apresenta um programa/concurso em que não se compreende o objectivo. Ver "famosos" a fazer figurinhas, misturar danças de salão com danças indiferenciadas com coreografias pouco imaginativas ou usar cenários que a RTP tinha para lá a apodrecer a um canto?

Menção Honrosa: A transmissão em simultâneo da transladação do corpo da pastorinha das oito e meia da manhã às cinco e meia da tarde na RTP1, SIC e TVI. Es-tu-pi-di-fi-can-te.

Sara, queres pegar nisto?


Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2006
Quinta-feira, 16.02.2006
Näo sei como vou chegar aos 45 anos e lidar com a minha consciência a pensar na quantidade de engates brejeiros entre 2 litros de cerveja que dispensei arrogantemente. Pobre de mim. da Sara no Arroz de Bacalhau


Quinta-feira, 16.02.2006
(obrigada ao JOS pela prenda)

Manias tenho muitas, infelizmente, mas desconfio que são mais fobias que manias. Fobia de cascas de pêssego, de leite em copos transparentes, de ver a manteiga toda aos bocados no pacote e das natas em cima do leite. Tenho manias antigas quanto eu, a última descobri agora que faço desde que sou muito pequenina; e tenho manias adquiridas com o tempo.

Tenho a mania das cotonetes ;
Tenho a mania que se quisesse tinha sido a melhor estudante de direito do mundo;
Tenho a mania que ninguém manda em mim;
Tenho a mania que me conheço muito bem;
E tenho a mania de andar na rua de olhos fechados.


Além de tudo isto tenho, como todos os bloggers, a mania que sou engraçada, ou não tinha um blog.


Vou passar a batata quente ao Fante do Pitau, à Mana do M, ao Peteca do Outro Lado Direito, e (2 em 1) ao NMA também do outro lado. E o exactamente também leva por tabela, já agora.





Regulamento: Cada bloguista participante tem de enumerar cinco manias suas, hábitos muito pessoais que o diferenciem do comum dos mortais. E, além de dar ao público conhecimento dessas particularidades, tem de escolher cinco outros bloguistas para entrarem igualmente no jogo, não se esquecendo de deixar nos respectivos blogues aviso do "recrutamento". Ademais, cada participante deve reproduzir este "regulamento" no seu blogue.


Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2006
Quarta-feira, 15.02.2006



Quarta-feira, 15.02.2006
-Já tinha saudades tuas.
-Da minha pessoa?
-Da tua personagem.



Quarta-feira, 15.02.2006

Exterior.


Quarta-feira, 15.02.2006



Quarta-feira, 15.02.2006



Interior de Il Gattopardo de Luchino Visconti


Quarta-feira, 15.02.2006




Interior de Il Gattopardo de Luchino Visconti


Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2006
Segunda-feira, 13.02.2006
dia dos namorados, dia dos namorados, dia dos namorados d-i-a d-o-s n-a-m-o-r-a-d-o-s diasdsoanamorados,diadosnamorados, diadosnamorados, diadosnamorados, diiiiia dosnamorados, dddd i a dodododos nanamomoraradodos, dipiapa dopos napamoporapadopos.

Pronto, já perdeu todo o significado.


Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2006
Quarta-feira, 08.02.2006
Enquanto o resto do mundo estava, por exemplo, fechado na mesma sala a ouvir os Depeche Mode, ela não.


Domingo, 5 de Fevereiro de 2006
Domingo, 05.02.2006


*imagem do livro Sex, de Madonna


Domingo, 05.02.2006
ॐdiz:
acho que é uma merda de comemoração que não faz sentido nenhum
ॐdiz:
é bimba e pirosa
H diz:
eu concordo em parte
H diz:
acho que os namorados para além de terem já um dia para comemorar ( o aniversário da relação) devem fazer para que todos os dias sejam bons, não especialmente este!
ॐ diz:
ok, essa frase
ॐ diz:
ehehehehehe
ॐ diz:
é pior que o dia dos namorados itself
H diz:
pirosa hã?
ॐ diz:
ui
H diz:
estava a escrevê-la e a pensar nisso
H diz:
mas depois achei que se foda, já não me apetece apagar.
ॐ diz:
vou pôr essa merda no blog.


Domingo, 05.02.2006

“Natural freedoms are but just:
There's something generous in mere lust.”
- John Wilmot , second Earl of Rochester.

Apenas o prólogo. Bastou o prólogo para me contorcer de vontade e estarrecer de alegria. Finalmente um novo Valmont, um Sade adorável... Finalmente uma história de luxúria, tão mais valiosa que uma história de amor.
O personagem apresenta-se e avisa: This is my prologue, and I do not want you to like me. Tarde demais, quando na segunda ou terceira frase oiço When you leave this room and shag, because you *will* shag, I want you to think of me., já me tinha apaixonado.
O Earl of Rochester Johnny Depp, ai desculpem, Johnny Wilmot é uma personagem bem real e autor de poemas e peças que roçam a pornografia, mas que só mais tarde, após a sua morte, foram levadas em consideração como verdadeiros ensaios sobre a vida ela própria, e não apenas sexo. Mas, na verdade, se depois de um filme destes não ficarem cheios de vontade de uma bela shag, verifiquem a vossa libido. Depp aprendeu com Malkovitch a essência de um libertino, e neste filme, não há quem o pare.
Declaro oficialmente aberta a semana do deboche no célula estaminal.


"Personally I'm always ready to learn, although I do not always like being taught." Winston Churchill

mariajoaoso (arroba) gmail.com
 
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