Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008
Quinta-feira, 31.01.2008

 

 

Isso. E além de ser uma motherfuckin' Diva, é amiga do Perez!




Quinta-feira, 31.01.2008

*

 

Prada. Ombré. Laptop. Case. Quero.




Quinta-feira, 31.01.2008

I know it is tempting — after another presidency by a man named George Bush — to simply turn back the clock, and to build a bridge back to the 20th century. - Obama on Clinton


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Terça-feira, 29 de Janeiro de 2008
Terça-feira, 29.01.2008

Gosto do Perez Hilton porque sou má pessoa. Gosto do Perez porque sou ruim e uma megera e uma fofoqueira. Gosto do Perez porque nos lembra a todos que somos mortais e temos maus dias de cabelo. Gosto do Perez porque me lembra que o auto-bronzeador nem sempre é uma boa ideia e que ter 20 pessoas a cuidar do nosso guarda roupa não nos dá estilo. Gosto do Perez porque tem um sentido de humor genial e pouco comum naquelas andanças. Gosto do Perez porque é bruto e parcial. Gosto do Perez porque tem favoritos que trata sempre bem e nunca falham (com a Dita Von Teese) e porque tem ódios de estimação a quem não perdoa nada (Kirsten Dunst). Gosto do Perez porque dá alcunhas crueis. Porque chama Doperty e Cokate ao Pete Doherty e à Cate Moss. Gosto do Perez porque me vai dando updates de informações inúteis sobre as discussões da Britney com o manager a altas horas da noite, e porque sim. No fundo porque sim!




Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008
Segunda-feira, 28.01.2008
A única sabedoria que a idade e a experiência trazem é saber que a frase "nunca mais bebo na vida" só vale para o dia da ressaca.


Sábado, 26 de Janeiro de 2008
Sábado, 26.01.2008

E que faças muitos mais e continues assim saudavelzinha.




Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008
Quinta-feira, 24.01.2008

 

Se soubesses o querido que és quando me olhas assim. Pronto, prontinho, eu porto-me bem e com juízinho.




Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2008
Quarta-feira, 23.01.2008
Heath Ledger, 28 anos, encontrado morto em sua casa esta madrugada. A morte presume-se por overdose, não sabendo ainda se por acidente se por vontade do próprio. Sinais dos tempos, ou a história a repetir-se?


Terça-feira, 22 de Janeiro de 2008
Terça-feira, 22.01.2008

 

Num salão de beleza em Charlston, na Carolina do Sul, uma repórter da CNN passou o dia com mulheres negras americanas a debater o tema das eleições do partido democrata. Todo a reportagem (com o título Gender or Race: Black women voters face tough choices in S.C.) gira em torno do conceito da dificuldade que tem uma mulher, negra, americana em votar num candidato. Barak é negro, Clinton é mulher... Dilema. Fala-se também de como no seio da comunidade negra americana a pressão sobre estas mulheres recai tendencialmente pela escolha da Raça em vez do Género. E fala-se também de ser esta a primeira vez que o voto deste sector da sociedade tem tanto peso.

 

Está tudo doido, é que eu digo. E não é triste só por ter de  ver a abordagem da história como uma visão paternalista, condescendente e sectária do mundo das mulheres afro-americanas, pintando-as como um bando de tolas que só sabem fazer escolhas primárias e desprovidas de valor. É triste isto ser jornalismo sério. E ser este realmente o tema que move aquele país.

 

Poucos debates políticos no mundo inteiro são mais inteligentes que os americanos. Verdade. Aliás, por mais que pensemos que são todos um bando de grunhos e iliterados, temos de ser realistas e admitir que qualquer John Doe da esquina sabe qual é a política de Saúde e Segurança Social da Clinton e onde está a decisão de Obama em relação às Células Estaminais, por exemplo. O debate de ontem teve momentos de conteúdo interessantíssimo, de humor, e de (pasmos, os americanos, com tamanha rudeza) interrupção uns dos outros e aumento do nível de voz.

 

O problema é que os anos passam, as campanhas passam, os líderes passam e ainda não perceram todos que os Media continuam a ter o tal grunho e iliterado eleitor  americano na palma das mãozinhas. Reportagens destas, que tentam mostral o lado limitado e básico da comunidade afro-americana, servem um unico propósito: alertar o voto branco. Vejam, repúblicanos, Democratas e os que mais, vejam o que estas palermas fazem do seu direito de voto. Vejam como elas não falam de conteúdo, de políticas, de emprego, de educação... Vejam como elas vão estragar uma eleição com argumentos inválidos e infantis.

 

Mas graças aos santinhos que há gente que ainda tem clareza de espírito suficiente, naquele país, para compreender a reportagem tal como ela é e reagir imediatamente. Diz a CNN que minutos depois da reportagem sair, froam inundados de e-mails furiosos e ofendidos.

 

E não me digam que isto não tem nada a ver connsoco, que não temos nada a ver com estas eleições porque temos. O futuro do mundo tem uma perninha assente nas mãos do senhor que se segue no trono americano, e nós devíamos ter muito, muito cuidado e atenção.

 

Eu, como seria de esperar, votava no senhor das células estaminais.




Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2008
Segunda-feira, 21.01.2008
E era só isto.


Segunda-feira, 21.01.2008

Sintomas: Letargia, incomodação , irritabilidade, sonolência, ligeiro aumento da vontade de fumar em espaços fechados, e alguma sensação de inutilidade. Há casos registados de ataques de pânico, tomada de decisões altamente erradas e até mesmo de borrifanço em geral para o mundo.

 

Critérios de diagnóstico: Tratar-se efectivamente de uma segunda-feira, embora possa existir uma condição semelhante relativa a qualquer outro dia da semana, mas com outro nome e tratamento. O Indivíduo que padece de um "Case of The Mondays " apresenta-se, regra geral , como um procrastinador grave. De notar que a doença na sua vertente mais pura deve ser vigiada constantemente, são vários os casos de sujeitos que, prolongando a doença sem tratamento, se dedicam  infinitiva mente à procrastinação nos outros dias da semana.

 

Tratamento: Trata-se de uma doença crónica, que acompanhará o indivíduo portador para o resto da sua vida. Daí não haver hoje uma cura, mas um tratamento que faz entrar a doença em fases de remissão temporária. São eles, os possíveis tratamentos: não sair da cama, não falar com pessoas, beber muitos líquidos (preferencialmente de teor alcoólico), ou o método ainda hoje mais eficaz: criar a ilusão de que se trata de um qualquer outro dia da semana.

 

Formas de tratamento alternativo: Há correntes dispersas sobre a forma de tratar a doença, mas todas elas originárias do método chegar-a-casa-por-os-pés-de-molho-e-ouvir-musica ", variando o princípio activo do tratamento: a música em questão. Existe, deste modo, a corrente Herbie Hancock , a corrente New Order , a corrente Blondie e a corrente The Temptations . Todos eles podem ser utilizados como possível tratamento, apesar de por vezes apenas conseguir um efeito placebo .




Segunda-feira, 21.01.2008

Hoje apaixonei-me duas vezes pelo Rui Zink. Na fila do Minipreço e no blog (?) dele.

 

Já vai para uns tempos que não me apaixonava por ele. O Leonard não está contente mas ele já se habituou à minha promiscuidade literária. Literária, sim.




Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2008
Quinta-feira, 17.01.2008

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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008
Quarta-feira, 16.01.2008
Às vezes os bloggers pasam uns diazinhos sem escrever posts, que é uma maneira de tentar mostrar ao mundo que também têm uma vida própria.


Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2008
Segunda-feira, 14.01.2008

Após uma terrível sexta à noite onde, mais uma vez, me deitei no quarto escuro e chorei até adormecer sozinha, não só por saber que sou uma fumadora mas também por ter morto a mãe de alguém, no sábado parece-me que a coisa melhorou de figura. Aparentemente passei a ser só uma pessoa que se engana nos eritrócitos, que tem um humor tão negro quanto a alma (kind of funny, actually), um cérebro do tamanho de uma azeitona, que fumo para ser fixe (ando a tentar ser fixe já vai para uns 12 anos, entretanto e ainda não aconteceu, talvez passe para a heroína que ouvi dizer que é super-cool) e que sinceramente não sabe o que é couch-fucking (mas se é um nome só atribuído pelo sítio onde pratica a coisa, alguém teve muito trabalho em compilar essa lista, mas deve ter-se divertido).

 

Temi, porém, pelos efeitos do karma. Não pensei noutra coisa o fim de semana todo: se há quem me deseje morte lenta e dolorosa, que sofra de um cancro e tal (há inclusivamente um senhor que desejava que fosse espancada por um bando de goonies e outro que me gostaria de fazer xixi em cima), certamente pelas regras do karma um destes dias há-de-me cair um piano em cima. Ou possivelmente uma bigorna, ou escorrego numa casca de banana.

 

Ainda assim, como diz que há males que veem por bem (tal como fumar é um mal mas o dinheirinho que pagamos a mais de imposto é um bem), dei por mim a pensar que na vida monótona deste blog, houve um dia em que foi feliz com tanta discussão e comentário. E que, enfim, nunca somos verdadeiramente ninguém até receber uma boa dose de hate-mail e insultos.

 

Por isso bem-vindos, e para aqueles que perceberam do que o blog trata na verdade, deixem-se ficar, há salas para fumadores e não fumadores e o senhor do bar serve-vos um cocktail sem alcool se forem menores.


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Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2008
Sexta-feira, 11.01.2008
Caruso one liners.


Sexta-feira, 11.01.2008
Agora que já estamos todos mais claminhos queria só dizer que sou uma menina, para os que não perceberam, e que eu não matei a mãe daquele senhor ali de baixo. Só para, pronto, ok?


Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2008
Quinta-feira, 10.01.2008

Em dias como este, em que o blogue está em destaque, chego sempre ao fim do dia com a sensação frustrante de ter perdido uma óptima oportunidade de, durante um diazinho, dizer algo de importante e relevante para a humanidade. Pior que isso, pior que saber que gastei um dia e não disse nada, é saber que disse realmente qualquer coisa, mas tola.

 

Quem é que eu estou a enganar, só estive em destaque uma vez e ia tendo um ataque de coração quando vi o contador de visitas. Mas ainda assim, sinto-me observada, é uma chatice.

 

Por isso decidi falar hoje sobre o facto de não conseguir falar quando as pessoas me estão a ver, que é no fundo o último reduto de alguém que escreve - escrever sobre não conseguir escrever (e um escritor a sério disse-me um dia que só temos uma dessas para gastar e eu já vou na 6ª à vontade).

A propósito desta coisa do Stage Fright,  diz que o que está a dar são o Beta Bloqueadores, mas eu e a Amy é que sabemos que "... In other cases, performers use alcoholic beverages to ease their stage fright. There have been many cases in which this habit has led to alcoholism."

 

Por isso mais uma vez, caríssimos, puxem uma cadeira e descubram o blog à vontade. Hoje servimos Cardhu sem gelo, só para os verdadeiros aficcionados.




Quinta-feira, 10.01.2008
Eles votam muito mal e re-elegem uns cretinos, sim. Mas continuo a achar que o que menos compreendo nos americanos é o Horatio Cane.


Terça-feira, 8 de Janeiro de 2008
Terça-feira, 08.01.2008

O país afunda-se cada vez mais numa nação de coninhas que nem conseguem chamar coninhas aos coninhas de quem não gostam. Uma pátria inteira de coninhas que põem cadeados nos caixotes do lixo municipais, que bloqueiam os carros nas ruas de lisboa, que cortam o trânsito no bairro alto, que passam multas a quem deita fora o lixo nas merdas dos ecopontos.

 

Uns gandes conas, aliás,  que não conseguem passar mensagens de "não fumar", "cuidado com a sida" e "separe o lixo" sem nos chamar a todos uns anormais, uns macacos, uns imbecis ou uns criminosos.

 

Isto tudo não tem nada a ver com a "liberdade" e o "direito" e o sistema nacional de saúde e o raio que o parta. Isto tudo é muito simples. Estamos a ser transformado num país de conas, feito por regras e não por leis. Feito por medidazinhas e decisõezinhas e regulamentozinhos e portariazinhas. Criem normas, caramba. Criem uma mentalidade, uma filosofia, um modo de vida. Criem condições de existência.

 

Esses coninhas que estão aliviadinhos de não terem já o fuminho dos cigarrinhos nas trombas, hão-de levar com o meu fuminho do cigarrinho no trombil de cada vez que ande na rua. Paragem de autocarro, toma lá um bafinho pra cima. Porta do café, pufff. Cada coninhas que me olhar de frente na rua leva mais um bafo em cima. Juro, mas é que juro, se dantes me procupava com os possíveis fumadores passivos à minha volta, a partir de agora hei-de-lhes dar um cancro a todos.

 

Havemos de morrer todos, que diabo, havemos de morrer todos um dia. E se esses coninhas tivessem um pingo noção de que vão morrer, se já tivessem aceitado isso como um destino de que não vão fugir, se já vivessem com a ideia presente de que, se calhar, vão até ter uma morte lenta e dolorosa e lixada, garanto-vos que também puxavam de um cigarro e aprendiam a gostar da merda da vida.


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Terça-feira, 08.01.2008

Se a carreira se os óculos.

                                                                                             Rupert Holmes




Terça-feira, 08.01.2008

Por outro lado, este senhor fantástico, o Rupert Holmes, que nos conta a história de como respondendo a um anúncio nos classificados para fugir à rotina do seu casamento falhado, acaba por se encontrar secretamente com a própria mulher que afinal também gosta de Piñas Coladas e de fazer amor à meia-noite nas dunas do cabo, por outro lado, dizia eu, o senhor renega eventualmente o negócio das one-hit-wonders, em que realmente só se vinga uma vez, e passa a escrever livros e musicais, e até se fez (o Atom Egoyan fez) um filmito do seu "Where the truth lies". As voltas que a vidinha dá.




Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008
Segunda-feira, 07.01.2008

Estou a ver que vamos ter aqui um bico d'obra.

 

Deixa-me só ser famosa num instantinho, que a gente já conversa.




Segunda-feira, 07.01.2008



Segunda-feira, 07.01.2008
Pode-se fumar no Jamaica e no Tokyo e, para comprar tabaco, é pedir à prostituta anã do Oslo que carregue no botãozinho da máquina. Mas com jeitinho, que ela tem mau feitio.


"Personally I'm always ready to learn, although I do not always like being taught." Winston Churchill

mariajoaoso (arroba) gmail.com
 
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