Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008
Sexta-feira, 29.02.2008

Boss: Atchim!

a_john: Santinho.

Boss: Metediça!




Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008
Quinta-feira, 28.02.2008



Sábado, 23 de Fevereiro de 2008
Sábado, 23.02.2008

Já me pus para aqui a pensar se estarei a aborrecer de morte quem cá vem com histórias dos EUA, da óbvia paixão que tenho por este país, e com este relato de férias que há-de ferir certamente a susceptibilidade de quem está confinado ao trabalho.

 

Em primeiro lugar peço desculpa se desperto alguma raiva a alguém, pelas razões descritas acima. Mas eu já disse que me fartei de merecer estas férias, e admito que me chamem cabra as vezes que quiserem. Sou realmente um bocadinho.

 

Em segundo lugar (ando a aprender a ser estruturada) admito também que me chateiem com frases como "porque raio estás a blogar em vez de estares a curtir as férias?". A resposta é: pela mesma razão que os cães lambém os próprio tomates, tá bem? (depois de ver as paragens repentinas da Jonas na estrada para responder ao blog do Quiz, acho que a tenho pelo menos a ela como aliada neste assunto.)

 

Desculpas, portanto, para escrever mais umas linhas sobre este estado fabulástico que é a Florida.

 

Ontem jantei, pela primeira e talvez última vez na minha vida, num Country Club. Sim, daqueles à filme, onde se anda a penar 10 anos para uma membership, onde as meninas filhas dos membros fazem o debute, onde todos se conhecem e têm cacifos de madeira com o nome em placas douradas. Piroso meets cheio de dinheiro meets imitação de estilo europeu. A sala de banquete tem temas culinários consoante o dia de semana, as contas são pagas ao mês, os vallets e bus boys e cozinheiros conhecem todos os nomes dos membros, e pronunciam-nos correctamente (raro aqui).

 

Anunciei-me como miss Oliveira (até hoje tenho sido qualquer coisa como Ouleevierah) e fui reconhecida. O nosso anfitrião, um português a viver aqui há tanto tempo que já chegou ao ponto de só falar de Portugal, é um simpático e barulhento membro do clube. Odeia tudo o que o clube representa, irrita-se com os membros que o cumprimentam cordialmente logo após virarem as costas. Leva sempre um casaco para jantar, apesar dos outros não o fazerem, por serem claramente golfistas e não estarem para isso.

 

À hora que jantámos tinha acabado um género de happy hour para os membros mais idosos noutra sala ao lado. O termo "idosos" na Florida é muito lato. Estes teriam uns 70s e tais. Para a Florida são idosos muito jovens. Quando entram na sala de banquete, onde íamos nós a meio da veal parmigiana, cria-se um alvoroço animal de cadeiras, guardanapos, risos, chapadas nas costas, piadas aos empregados, apalpadelas nos rabos das senhoras dos outros... um circo.

 

O nosso anfitrião, já um bocadinho vermelho do Pinot grigio (muito na moda cá, não sabe a nada) diz bastante alto, numa mistura de American, Português e Emigra (que é uma linguagem própria): Free martinis, see. That's what they'll do to them. Está cheio de rednecks, este Country Club, porra!

 

 

 

 




Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008
Sexta-feira, 22.02.2008

 

Estava preparadíssima para escrever um post inteiro sobre o sítio mais fashion da minha vida, sobre como fui jantar ao restaurante onde os "amigos" do Perez bebem mojitos de saké e são fotografados pelos paparazzi. Estava, no fundo, toda inchada de vaidosa, cheia de vontade de fazer inveja a alguém a quem isso importasse.

 

Mas o meu sistema de adoração de locais fashion-e-trendy-só-porque-sim caíu por terra ao jantar no Nobu. Foi, simplesmente, a melhor refeição da minha vida. Acho que não sou capaz de descrever os pratos (uns faustosos 20 pratos que vieram para à nossa mesa) mas posso tentar descrever a cozinha.

 

O Chef Nobu Matsuhisa encontrou ouro na sua cozinha Japonesa de fusão... com latina. Numa casca de noz, é sushi, sahimi, tempura e tudo mais, com toque Peruano e Argentino. Vale a pena nem que seja por uns Yellowtail sashimi com jalapeños

 

ou os  Rock Shrimp tempura with spicy cream sauce.

 

As sobremesas (meudeeeeeeeus) passam por um género de brownie quente com gelado de chá verde e pimentos, e por um tabuleiro de vários Créme Brullés de sabores diferentes.

 

A minha mesa é logo a primeira redondinha que se vê na imagem de cima. Ia contar também que ao lado há um bar chamado AGO, que o Nobu também pertence ao De Niro, que fica num hotel que já pertenceu à Madonna... Mas a verdade, malta, é que ao contrário de tudo o que é trendy no nosso país, lá come-se mesmo bem.




Sexta-feira, 22.02.2008

Passados 4 ou 5 anos de blogar, ainda não aprendi a lição: Nunca nenhum comment me irá satisfazer totalmente.

 

Para quê tê-los? Amigos bloguis, anyone, discutamos?




Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008
Quinta-feira, 21.02.2008

A televisão americana, tal como quase tudo o resto neste país, varia de estado para estado. Uma HBO (que existem umas 5 diferentes) tem a programação diferente em cada estado, adequado aos horários e populações. E é fantástica, ou não fosse eu própria um produtozinho dessa pirosice também.

 

Mais fantástico que a programação nocturna, cheia de Curb your Enthusiasm, CSI e Dancing With the Stars (o Dança Comigo cá do sítio, até agora nenhuma diferença, certo?), é a programação diurna. O dia começa, cedíssimo, com prograams matinais ao jeito do Manuel Luis Goucha, mas de qualidade. O Regis and Kelly, por exemplo, no ar há uns 40 anos e só muda a apresentadora, tem convidados a sério logo ás sete da manhã. George Clooney, Matt Damon, etc. todos lá aparecem com muito respeitinho.

 

Depois destes hiper matinais programas, a coisa dispersa. Em Miami imperam os canais hispânicos e mesmo os canais americanos respeitam a população. Por isso, durante umas 3 horas do dia há Judge Judy's em várias versões. Judge Mayer, Judge Esteves, and so on. Os casos são tão mais escandalosos quanto mais latinos os sujeitos. Não é por mal, mas é assim que as coisas são. os brancos enganam-se uns aos outros com vendas de automóveis. Os latinos cometem adultério com as irmãs ricas dos maridos pobres e depois ainda vão bailar à noite e dar um par de estalos numa flausina que se fez ao marido.

 

Há também as novelas. As  latinas são as nossas conhecidas. As Soaps, versão americana, claro está, são um universo aparte. Nas Soaps actuais as mulheres ainda têm cabelo à Dallas, os homens ainda usam pulseiras de ouro e há sempre uma pessoa em coma numa cama de hospital e outra, má, a falar-lhe dos seus planos maléficos à cabeceira.

 

O melhor disto tudo são os programas intermináveis que se estendem tarde fora, com casos da vida e notícias e entrevistas, tudo dentro da cidade onde estamos.

 

Hoje ao acordar vi das melhores cenas em Tv, de sempre. Na rua, uma repórter toda muito despachada andava de microfone em punho a entrevistar hobos (sem-abrigo) nas ruas de Miami. Foi o que percebi desta conversa:

 

E: So what you're saying is that you'd rather live here, on the street, than move into a room that is overpriced and of bad quality?

Hobo: Yes, exactly.

E: So you actually prefer to be homeless.

Hobo: Well, you know, this is Miami. You're not living on the streets, it's actually more like wild camping, isn't it?




Quinta-feira, 21.02.2008

 

(Nas minhas mãozinhas, em formato papel.)




Quinta-feira, 21.02.2008

4 dias sem fumar. E o momento em que me dá mais vontade é às quatro da manhã deitadinha na cama.


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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008
Terça-feira, 19.02.2008

O mojito que bebi fez-me sonhar com um Adrian Grenier vestido à Bogart, a levar-me a um hangar de aviões para jantar.

 

(Entretanto estou NO SÍTIO para se estar, se somos pessoa para celebrar a saída de office do Fidel Castro. Pois.)

 

 - Update: A calle Ocho esteve ao rubro o dia todo. Tão contentinhos, taditos.




Terça-feira, 19.02.2008

 

Uma coisinha que me conforta é finalmente viajar para uma zona onde as gajas têm todas um rabo maior que o meu. E a roupa que está à venda corresponde ao mercado, de maneira que acabei por finalmente comprar as calças de ganga que sempre quis e deus nunca costurou.

 

É a minha segunda vez em Miami, sendo que da primeira me lembro de coisinhas muito idiotas e de miuda, o cheiro a fritos, um taxista russo, um aligator num lago ao lado da Nasa ou um Long Island Iced tea que achei que era assim i iced tea normal e acabei por ficar torta.

 

As pessoas aqui partem inicialmente do pressuposto de que sou latina (o tamanho do tal rabo, talvez me denuncie) e não há uma única que me fale primeiro em inglês. E o espanhol aqui é um espanhol "pablito" , como diz a malta local. As minhas boas intenções em castelhano caem por terra e é mil vezes preferivel falar em ingles.

 

Além de latina devo ter tambem ar de criminosa. Em Customs, mais uma vez, fiquei uma bela horinha e meia a ser interrogada por um tipo com cara de mau, que às tantas me dizia que o meu comportamento (risos e tal, o que se há-de fazer) era um compotamento típico de quem transportava Narcotics. Conseguiu assustar-me ao ponto de já estar a aimaginá-lo de luva de latex a enfiar o dedinho pelo meu olho do cu acima a ver se encontrava daqueles pacotinhos que as meninas com ar latino que viajam sozinhas como eu, levam para dentro do país. Manquei o papel de assustada e disse para ele me revistar a mala, se o punha mais sossegadinho. Mandou-me embora a chamar-me sweetie e doll-face. São uns palermas.

 

Ontem foi dia de compras pindéricas num mall, que tem tudo de tudo de tudo. E fim de tarde em South Beach, a beber um Mojito gigante na Ocean drive, que se pode ver aí em cima.

 

Nem imaginam o que mereço estas férias, deixem-se de invejozices, vá.

 




Sábado, 16 de Fevereiro de 2008
Sábado, 16.02.2008

 

welcome to, bienvenido a...




Sábado, 16.02.2008

 

Deixo uma musiquinha para o amor, para dançar com as mãozinhas na anca do parceiro, e os lábios bem colados um ao outro enquanto cantam em playback.

 

Para beber,uma mistela de limas com wiskey barato e muito açúcar (temos de dar um nome àquilo), ou shots de vodka puro para desinibir.

 

Um bocadinho de role playing, por exemplo, passado numa discoteca em Dublin no início dos anos 90.

 

Quem disse que os Right Said Fred são one hit wonders?!




Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008
Sexta-feira, 15.02.2008

O Sérgio passou um testemunho que me envergonha por ter a certeza de não possuir em mim vocabulário suficiente para enumerar 12 palavras, quanto mais 12 palavras das quais gosto com especial carinho. Gostar de palavras é coisa de quem escreve a sério, ou que escreve bem, ou assim. É também uma característica de pessoas que me chamam "a a_john".

 

Como nunca conseguirei rivalizar com a genialidade da palavra "Cretino" , com o nojo que é a palavra "Cruzeta" (lembra-me as mãos encarquilhadas da minha avó a pegar numa e a refilar por não ter lá pendurado uma camisa qualquer), ou com o rasgo de visão periférica do futebol e quiçá da vida em geral que é ver tamanha beleza em "Peyroteo", aqui vai uma tentativa. Estimo que vá demorar uma boa horinha e meia a escrever o que se segue.

 

1. Badalhoca - Eu devia ter avisado antes de começar que isto não vai ter classe nenhuma. Esta palavra é, na minha modesta opinião, a melhor relação conjugação de letras/ efeito de que há memória. A palavra badalhoca mete um asco desgraçado e tenho uma tia a quem se lhe pode chamar puta, mas badalhoca é vê-la gritar. Mas gosto de dizê-la.

 

2. Folies-Bergère- Em minha casa era o que se chamava aos restos. Só há coisa de dois anos pra cá é que soube que não era um prato, mas sim um salão de baile francês. A palavra oficial é mesmo fólibergére.

 

3. Palerma - É um insulto que se pode usar à vontade porque as pessoas acabam por achar que estamos a brincar. Mas geralmente quando chamo palerma a alguém é sincero. Ninguém me leva a sério, os palermas.

 

4. Lápis - Gosto de dizer "Lápsh" muitas vezes seguidas, consegui com isto irritar muito a minha professora da 4ª classe.

 

5. Maneira - Acho que é capaz de ser a palavra mais portuguesa de todas. Uma maneira não é uma forma, é uma maneira, tem aquele je ne sais quoi de desenrrascanço portuguesinho. "À minha maneira" é um "my way" desenrrascado. "Ele não há maneira de aparecer" quer dizer que ainda há-de vir, está atrasado, o cabrão, mas ele desenrrrasca-se. E o "maneiras que" é uma forma desenrrascada e bonita de começar uma frase.

 

6. Duchese - Nunca comi nenhum. Se comi não lembro e além disso não sei anda de nada sobre nomes de bolos. Pedem-me babás trago pelmiers da rua... só sei o que é um mil folhas por causa das camadinhas. Mas duchese é uma palavra que me enche a boca. Imagino que tenha imenso chantily e doce de ovos.

 

7. Supercalifragilisticexpialidocious - Porque sim, e ainda faltam mais 5.

 

8. Aventesma - Insulto carinhoso de pai.

 

9. Penuco - Um penuco é um borboto, assim na camisola de lã... A palavra penuco não existe. Foi inventada pela minha avó, juntamente com um dicionário inteiro de outras palermices, e é uma palavra usada e ouvida por mim desde sempre. No pico da adolescência descobri isto, depois de passar uma bela vergonha a defender a palavra penuco, furiosa e convencida de estar do lado da razão. Mas é uma excelente palavra, caramba.

 

10. Caraças - digo muito, regra geral para evitar dizer outra coisa. Quando tenho condições para isso digo mesmo caralho. É reconfortante.

 

11. Milhares - Tendo para o exagero. Em tudo. Depois de perguntar aqui à minha volta que palavra é que digo mais no dia a dia, cinco minutos depois de conferenciar, comunicaram-me que é "milhares". Acredito.

 

12. Procrastinar - Adoro a palavra mas é um verbo muito complicado de conjugar. Geralmente não chego a dize-la até ao fim.

 

 

 

Passo esta horinha e meia de trabalho ao Silver e à Chapa. Ora toma.




Sexta-feira, 15.02.2008

O Gizmodo (sim, outro site estupidamente geek) publicou uma listinha intitulada Star Wars rejected promotional crap that could have changed the universe forever.

 

Só o sacana do título já é bom que se farta. Mas a ideia de ter estes Leia-phones ou mesmo um mini-frigorífico com um Hans Solo encrustado... quem foi a mente retorcida e genial que pensou nisto e quem foi o idiota que rejeitou?


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Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008
Quinta-feira, 14.02.2008

Mais uma vez não quero deixar passar este dia sem assinalar a data, que me fala tanto ao coração.

 

Este dia representa, e representará sempre, uma questão que me toca fundo, nos meus medos e inseguranças. Sempre que chega o dia 14 de Fevereiro vem-me à memória tudo aquilo que temo e acabo por passar este dia sempre um bocadinho tristonha e insegura.

 

Por isso assinalo o dia, para não fingir que ele não existe, e dar-me um bocadinho mais de paz de espírito. 

 

Portanto, a todos, um feliz Dia Europeu da Disfunção Eréctil.

 

 




Quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008
Quarta-feira, 13.02.2008

A listinha das John's Addictions ali do lado (que serve um imenso proveito próprio todos os dias de manhã na minha jornada pelos blogs) está aos bocadinhos a passar-se toda para o lado bom da força.

 

Depois de uma jogada de péssimo gosto do blogger, o blog com mais bom gosto da blogosfera portuguesa junta-se ao sapo! (Eu posso dizer "mais bom gosto"?)

 

Ide passear pelo e deus criou a mulher.

 

*se o autor por acaso ler isto, eu às vezes tiro de lá umas fotozinhas, para fazer de fundo de ecrâ no meu computadorzinho lá de casa, é só assim de vez em quando, tá? As tais horas de contemplação, é assim. Sou uma fraca por coisas bonitas. Estarei perdoada?




Quarta-feira, 13.02.2008

 

Legenda em alternativa: Once you go Barack, you never go back!

 

*via Neatorama (sim é um site geek à brava, sim vou lá todos os dias, e depois?)


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Quarta-feira, 13.02.2008

Caso-me com o homem/ mulher que oferecer/ inventar/ comercializar o dito objecto.

 

P.S. O ténizinho não, pelo amor da santa.




Quarta-feira, 13.02.2008

 

Desafio lançado pelos amiguinhos ali do lado, e eu como sou muito bem mandada fui logo faze-lo.

 

Serei feliz no dia em que o Obama for presidente e o Vozes de Burros estiver no sapo. E quando houver disponíveis hover-boards rosa shock como os do regresso ao futuro 2.




Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008
Sexta-feira, 08.02.2008

"Common sense and a sense of humor are the same thing, moving at different speeds. A sense of humor is just common sense, dancing."

- William James, American psychologist and philosopher (1842 - 1910)




Quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008
Quinta-feira, 07.02.2008
Tenho oficialmente os melhores amigos do mundo. Que me sentiram a precisar, coisa que não costumo pedir. Que me levaram ao baile de máscaras, ao tokyo, ao centro comercial e lojas de brinquedos, ao sushi, à esplanada, que me levaram pãozinho e fruta a casa e me chamaram ridícula e gozaram comigo, que me fizeram saír do momento Bridget Jones onde me convenci estar, mas deixaram-me continuar a beber vodka pelo gargalo de manhã. Que me enchem o Gmail de perguntas preocupadas e respostas encorajadoras, que correm do trabalho para me vir dar um ombrinho, que me ligam de longe para me aturar no skype, e que ligam mesmo aqui do lado a combinar tardes de copos "para matar o bicho". Que no meio de um dos momentos mais esquisitos e aparentemente verdadeiros da minha vidinha, me levaram a sério e me ouviram a sério - raro. E não estou a falar de um ou dois indivíduos. Estou a falar do "Grupo" oficial de melhores amigos do mundo. Ever.


Quinta-feira, 07.02.2008
O que me apetece na verdade, amiga,  é escrever no monitor do meu computador mesmo em cima do teu blog, com uma Caneta Roller Ball Bic Soft Touch,de  tinta preta à base d'água e ponta 0,7mm.


Quinta-feira, 07.02.2008

Duas recentíssimas aquisições para o lado bom da força fazem o meu coração mais quentinho:

 

 

Posto isto ide dar-lhes uma visita que eu já venho.




Terça-feira, 5 de Fevereiro de 2008
Terça-feira, 05.02.2008

Devia ser carnaval uma vez por mês, e devia calhar sempre no dia mais infeliz do mês. Para poder passar uma noite com um gargalo de garrafa na boca, peruca e óculos escuros, fingir que somos felizes e não ter de se dar justificações. Devia.




Terça-feira, 05.02.2008
Arrepios, malta, arrepios.


"Personally I'm always ready to learn, although I do not always like being taught." Winston Churchill

mariajoaoso (arroba) gmail.com
 
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